O Exterminador do Futuro – A Salvação chegou com toda força nas grandes telas. Com apenas quatro dias em cartaz já arrebanhou 400 mil pessoas e assume hoje a liderança Top 10 no Brasil, [os 10 filmes mais assistidos da semana].
Com a liderança de O Exterminador, cai para a segunda colocação Uma Noite no Museu 2, que já soma 1 milhão e 750 mil de público em três semanas de exibição.
Outra novidade é a chegada de A Mulher Invisível, que fez boa estreia. O longa-metragem nacional já foi assistido por 230 mil pessoas no fim de semana e já acumulou mais de 277 mil de público. Outro longa nacional que está sendo bem aceito pelos cinéfilos é o comédia Divã, com mais de 1 milhão e 676 mil espectadores.
Detalhe: Lilia Cabral, que está há oito semanas em cartaz, derrubou a estrela mundial, Julia Roberts, em o Duplicidade, ao de Clive Owen. Só restou amargar o 6º lugar com pouco mais de 34 mil pagantes. Resultado este considerado fraco trabalho de lançamento do filme.
Caramelo também está amargando as últimas posições com apenas 6.500 pagantes. Sua posição é a 10ª colocação.
às 11:43

Os prêmios de comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) já têm seus vencedores da edição de 2009. Dividido em quatro categorias, Margarida de Prata para o Cinema, instituído em 1967; Microfone de Prata para o Rádio, 1989; Dom Helder Câmara de Imprensa, 2002; e Clara de Assis para a Televisão, em 2005, a premiação é entregue todos os anos com o objetivo de reconhecer a arte e o mérito dos profissionais dos meios de comunicação social, de imprensa, cinema, rádio e televisão que contemplam em suas produções os valores humanos, cristãos e éticos, bem como a linguagem artística e técnica.
Este ano, a entrega acontece em Porto Alegre (RS), no dia 14 de julho, às 20h. A premiação faz parte da programação do Mutirão de Comunicação da América Latina e Caribe 2009, realizado entre os dias 12 e 17 de julho, na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do
Sul (PUC-RS).
OS PREMIADOS
Venceu o Prêmio Margarida de Prata para o Cinema o curta-metragem de ficção, O Sal da Terra, filme que narra a vida de um padre que optou por realizar sua missão pastoral nas estradas do Brasil como caminhoneiro, dramatizada e narrada com eficiência pelo cineasta paranaense Eloi Pires Ferreira. “O filme tem um roteiro muito bem articulado e interpretações convincentes que fogem à caricatura e dão densidade aos dramas narrados”, justificou o integrante da mesa julgadora, o professor da PUC – Rio, Miguel Pereira.
Junto com ele venceram também o longa-metragem de documentário, O Retorno, do diretor Rodolfo Nanni, filme sobre as condições de vida da população no Nordeste do Brasil. “Numa viagem sentimental, quase nostálgica, e, ao mesmo tempo verificadora das condições atuais de vida da população”, diz Miguel Pereira. E, o média-metragem de Eunice Gutman, Nos Caminhos do Lixo. Trata-se de um projeto de geração de renda, elaborado por um grupo de mulheres de uma comunidade de periferia de Nova Iguaçu. Segundo o professor da PUC-RIO, o filme narra, de modo sensível e respeitoso, o processo pelo qual se formou a cooperativa de catadoras de lixo e seu singular sistema de trabalho e renda.
domingo, junho 07, 2009 às 14:46

Neste sábado estreou mais um filme nacional: A Mulher Invisível, dirigido e roteirizado por Cláudio Torres e esperado pelos cinéfilos como o filme comédia do ano. Mas o longa-metragem vai além, ou melhor, desvia sua conduta original. A história em torno da vida de Pedro [Selton Melo] não tem a graça que todos esperavam.
A Mulher Invisível faz rir em poucos momentos, isso é certo; mas não tem nada de engraçado na vida do protagonista Pedro. Primeiro ele ama sua esposa, Marina, estrelada por Maria Lúcia Mendonça que, depois de seis anos de casamento, vai embora com um alemão e larga Pedro sem nenhuma explicação convincente para quem está assistindo. Na cena, faltou consistência do roteiro.
A separação afeta o psicológico de Pedro que resolve por três meses curtir a solidão. A tristeza passa a fazer parte de todas as cenas do filme até aparecer Amanda [Luana Piovani] batendo em sua porta. Trata-se de sua vizinha, que muda totalmente sua vida. Pedro volta a trabalhar, a felicidade retorna à sua casa até ele perceber que Amanda é produto de sua imaginação.
O longa-metragem é uma terapia para aqueles que estão na solidão, não encontram alguém e para os que passam a criar a pessoa perfeita na ilusão. Em coletiva de imprensa, o diretor Cláudio Torres deixou claro. “O filme nasceu da vontade de falar de solidão, de amizade e do fato de estarmos sempre buscando alguém e nos esquecendo de olhar para quem está ao lado da gente”.
Amanda é o tipo de mulher que tem como único objetivo satisfazer todos os desejos de
Pedro, já que ela é a própria imaginação dele. Pela segunda vez com a vida de cabeça para baixo, Pedro é salvo novamente pelo seu melhor amigo, Carlos [Vladimir Brichta] que exclama em alto e bom tom que Amanda não existe. Pedro a essa altura está mergulhado na mais profunda solidão, tristeza e decepção; até o momento que lhe cai do céu alguém que jamais ele reparou e que está tão perto de sua vida.
O longa merecia uma trilha sonora brasileira, já que se passa no Rio de Janeiro. Com músicas internacionais há uma perda de identidade em relação aos personagens que são tipicamente cariocas e mineiros. O gênero é comédia, mas há muito drama para pouca comédia.
Fúlvio Costa, filme assistido no sábado, na sessão das 12h.
Site oficial: www.amulherinvisivel.com.br
sábado, junho 06, 2009 às 17:22

Desta vez as máquinas ganharam novas formas: aeronaves [HK], lagartos, moto-exterminadores e robôs gigantes. O longa-metragem “O Exterminador do Futuro: A Salvação” [Terminator Salvation] foi ambientado para o ano de 2018, época em que a Skinet [rede controlada por um exército de exterminadores] dominou o planeta terra com a única missão de destruir a humanidade que ainda lhe resta.
O filme está recheado de inovações:dirigido por McG [As Panteras] sem o protagonista da trilogia, Arnold Schwarzenegger, o também novo roteiro ganha a ação de Christian Bale, o novo Batman – O Cavaleiro das Trevas, interpretando Jonh Connor e Sam Worthington na pela de Marcus Wright. Schwarzenegger, por sua vez, reaparece no fim da batalha; desta vez, sua atuação acontece dentro de poucos minutos com o objetivo de exterminar o seu aliado dos três últimos filmes da franquia: John Connor.
Schwarzenegger foi convidado a participar do longa, mas recusou por não estar em forma para atuar em um filme cujo nível de ação é praticamente a essência do roteiro. Como ficou claro em O Exterminador do Futuro: A Rebelião das Máquinas, Connor assume a missão de liderar a resistência que tem a meta de destruir a Skinet e proteger seu pai, Kyle Reese [Anton Yelchin], mas é importante frisar que desta vez, mesmo sem a companhia de Schwarzenegger, ele não está só: por meio de uma fita gravada por sua falecida mãe: Sarah Connor, John tenta descobrir se Marcus Wright [Sam Worthington], veio do futuro ou passado para destruí-lo, porém, Connor descobre algo que jamais pensou que aconteceria.
A expectativa para o novo filme volta-se completamente para a curiosidade de saber como será o desenrolar da ação sem o ex-protagonista Schwarzenegger, que deixa saudades aos fãs; porém, o filme ganha nas fortes cenas de ação. Baseado em ficção científica, e turbinado por imagens bem produzidas com digitalização, Wright dá vida aos rápidos flashes, velocidade e tiroteios. Dos longas anteriores foram preservadas as explosões, lutas, velocidade; mas os exterminadores voltam com menos inteligência, mais lentos e uma facilidade maior para serem destruídos. Não há como comparar as dificuldades para se destruir um exterminador agora e no terceiro filme da franquia: apesar de agora eles serem mais numerosos.
“Eu voltarei”
“I'll be back”. A famosa frase do androide T-800 [Schwarzenegger], já não é mais dita por ele no novo Exterminador. Neste, ele nem se quer fala. Agora, a frase consagrada pertence a Connor que vai em busca da sua missão, desviada na metade do longa pela presença marcante de Wright. Os 115 minutos do novo Exterminador do Futuro são bem aproveitados dentro de um roteiro inovador e bem elaborado com cenas de tirar o fôlego. Aplausos a atuação do personagem Marcus Wright. Considero negativa a falta de personalidade a Schwarzenegger e seu retorno é inexplicável. Não se sabe por que ele reaparece, muito menos porque age contra seu construtor durante os poucos minutos do ápice da ação. O melhor de tudo é saber que o longa terá continuidade.
Site oficial: http://www.oexterminadordofuturo.com.br
Relembre a Trilogia de O Exterminador do Futuro
O Exterminador do Futuro – (1984)
Direção de James Cameron. Deu início ao embate entre as máquinas da Skynet e os seres humanos. Arnold Schwarzenegger interpreta um andróide vindo do futuro com a missão de matar Sarah Connor [Linda Hamilton].
O Exterminador do Futuro 2 – (1991)
Direção de James Cameron. Traz novamente Schwarzenegger na pele de um andróide. Só que, desta vez, ele tem de proteger Sarah Connor de uma ameaça mais perigosa do que ele: o avançado robô T1000 (Robert Patrick).
O Exterminador do Futuro 3: A Rebelião das Máquinas (2003)
Direção de Jonathan Mostow. Robô ainda mais avançado vem do futuro para acabar com John Connor (Nick Stahl). Schwarzenegger volta para proteger o rapaz.
sexta-feira, junho 05, 2009 às 08:50

Nesta sexta-feira acontece a pré-estreia de O Exterminador do Futuro: A Salvação. Adoro Cinema traz a resenha do filme neste sábado, 6.
Elenco: Christian Bale, Anton Yelchin, Sam Worthington, Moon Bloodgood, Common, Charlotte Gainsbourg e Jadagrace.
Direção: McG
Gênero: Ação
Distribuidora: Columbia Tristar
Sinopse: Passado no pós-apocalíptico ano de 2018, ´O Exterminador do Futuro - A Salvação´ [Terminator Salvation] é estrelado por Christian Bale como John Connor, o homem destinado a liderar a resistência humana contra a Skynet e seu exército de Exterminadores. Connor precisa descobrir se um homem que surge de repente é oriundo do passado ou do futuro, ao mesmo tempo que precisa lidar com o ataque decisivo da Skynet.
Lançamento nacional, 5 de junho de 2009
quarta-feira, junho 03, 2009 às 23:12

Miguel Pereira*
Depois do sucesso comercial de "O código Da Vinci", a mesma dupla de escritor e diretor, Dan Brown e Ron Howard, retornam num típico produto da indústria do best-seller e do cinema de entretenimento, ancorado nos efeitos especiais e cenas mirabolantes. A história narrada em Anjos e demônios é o que menos importa. Trama confusa, como é comum nesse tipo de filme em que a coerência narrativa vai para o espaço a cada imagem, realização primária, com a caracterização simplória de personagens e situações, e uma pretensa ambição de tratar de temas do campo religioso, no caso, da Igreja Católica, considerados misteriosos, fazem do filme de Ron Howard, algo de inverossímil e ridículo na grande maioria das suas seqüências. Basta citar uma das últimas quando o verdadeiro vilão toma o helicóptero, no coração da Praça de São Pedro, no Vaticano, e explode o tubo da anti-matéria no espaço celeste para evitar a destruição da cidade-estado e a morte de milhares de pessoas. E pior que isso, o herói-vilão quase chega a Papa, não fosse a intervenção das figuras patéticas da dupla de cientistas, vividos por Tom Hanks e Ayelet Zurer, que descobrem as fitas gravadas da farsa, na última hora. É muito efeito para pouco resultado.
O filme pode até causar algum impacto em espectadores com sensibilidade menos atenta às suas armadilhas e estratégias narrativas. Não se pode levar a sério, por exemplo, o conclave da eleição papal, não só pelas grosseiras caracterizações e insólitas situações dramáticas, mas, principalmente, por uma hipotética e mal ajambrada ação política. A evocação da chamada seita dos Illuminati não faz sentido, assim como, as ridículas interpretações dos símbolos feitas pelo professor Langdon (Tom Hanks), onde a seta na mão de uma imagem indica exatamente a direção de um esconderijo, enfim, coisas das aventuras que podem ficar bem no personagem do Harrison Ford na série Indiana Jones, de Steven Spielberg, mas soam imbecis num filme que tem o desejo explícito de escandalizar os incautos.
Além desse desvio de conduta cinematográfica, o filme tenta iludir o espectador com os efeitos mal disfarçados da computação gráfica e de toda a engenharia digital colocada ao seu serviço. Oscila entre imagens verdadeiramente sofisticadas e outras tão elementares que se impõem apenas pelos seus efeitos de fumaças e outras coisas do gênero. Se o foco fosse a ficção-científica, talvez esse tratamento fosse adequado. Mas, num filme que começa no imenso acelerador de partículas europeu na busca da anti-matéria, esse lugar beira ao ridículo. A pretensão de discutir as relações entre a fé e a ciência não se realiza em momento algum do filme. Fica apenas um rótulo sem consistência. Assim, Anjos e demônios por qualquer ângulo de visão que seja observado confirma apenas a exploração comercial de um livro e de um filme sem outras conseqüências.
*Miguel Pereira é jornalista e professor do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio
terça-feira, junho 02, 2009 às 16:44

O diretor de Hogwarts, Dumbledora, mostra a Harry as memórias de seu encontro com Tom Riddle. A prévia mostra Dumbledore dividindo com Harry as memórias de Tom Riddle, o futuro Lorde Voldemort.
Na trama, Voldemort [Ralph Fiennes] ameaça tanto o mundo dos trouxas quanto dos bruxos, e Hogwarts já não é o local seguro de outrora. Harry [Daniel Radcliffe] suspeita que o perigo esteja dentro do castelo, mas Dumbledore [Michael Gambon] está mais preocupado em preparar o bruxo para a batalha final que se aproxima rapidamente.
Enigma do Príncipe estreia em 15 de julho. Assista ao vídeo abaixo.




